Quem conhece uma pessoa autista sabe o quanto são especiais.

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No Dia Internacional da Síndrome de Down, a Agência Brasil publica hoje (21) uma série especial de matérias mostrando pessoas com a alteração genética que venceram o preconceito e as dificuldades e são exemplos de inclusão.
A síndrome de Down, ou trissomia do 21, é uma condição geneticamente determinada. Trata-se da alteração de cromossoma mais comum em humanos. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, a cada 600 a 800 nascimentos, uma criança tem síndrome de Down, independentemente de etnia, gênero ou classe social.
A data foi criada em 2006 com o objetivo de valorizar as pessoas com a síndrome, conscientizar a sociedade sobre a importância da promoção de seus direitos e, assim, permitir que elas tenham vida plena e digna, como membros participativos em suas comunidades. Necessidade de novas leis com garantias a pessoas com síndrome de Down divide opiniões Pelo menos seis propostas que asseguram direitos a portadores da síndrome de Down tramitam atualmente no Congresso Nacional: uma no Senado e cinco na Câmara dos Deputados, de acordo com levantamento feito pela Agência Brasil. Quando o assunto diz respeito à legislação para pessoas com a alteração genética, as opiniões são divergentes. As propostas vão desde a reserva de vagas em concursos públicos para esse grupo à isenção de Imposto de Renda. Há também uma proposta que prevê o pagamento de pensão por morte no caso de pessoas com a síndrome e outra que estabelece a realização de ecocardiograma para recém-nascidos portadores da alteração. Além desses projetos, há outras mais abrangentes que tratam da questão, como o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Segundo o deputado federal Romário (PSB-RJ), pessoas com a síndrome de Down têm os mesmos direitos das portadoras de deficiência. “Acredito que um dos maiores problemas, ainda hoje, é o preconceito. Por isso, faço campanha para mostrar como o estímulo correto pode garantir a essas pessoas uma vida normal. Elas podem trabalhar, estudar, namorar e tudo mais que uma pessoa faz”, disse. Romário tem uma filha de 7 anos com a síndrome. Para o deputado, um dos problemas graves é a resistência das escolas em aceitar alunos com a síndrome de Down. “Temos de fiscalizar: a lei garante a plena inclusão dessas pessoas no ensino regular, embora algumas famílias prefiram o ensino especial”. Para Romário, a consequência, é a judicialização do problema: pais e mães recorrem ao Ministério Público para terem o direito garantido. O senador Wellington Dias (PT-PI) defende que é preciso um marco legal mais unificado para a síndrome de Down, a exemplo do Estatuto do Idoso e da Criança e do Adolescente. O senador é favorável à aprovação do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele explicou que a norma, se aprovada, vai unificar a legislação. A proposta já foi aprovada no Senado, mas há sete anos está parada na Câmara, pronta para ir a plenário (PL 7.699/2006). Segundo Wellington Dias, a dificuldade de aprovação na Câmara tem a ver com divergências geradas por conflitos de concepção. Um exemplo, de acorco com ele, é a questão de surdos e autistas. Para o senador, antes de frequentar a escola regular, essas pessoas precisam passar por uma preparação específica. Há quem defenda que essa preparação é desnecessária. Na visão da consultora jurídica do Movimento Down, Ana Cláudia Corrêa, o maior avanço nos últimos anos em termos de legislação foi a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Promulgada em 2009, pelo Senado, ela deu status de emenda constitucional à Convenção Internacional sobre o tema e seu protocolo facultativo, firmados pelo Brasil em Nova Iorque, em março de 2007. “Ela (a convenção) conseguiu reunir em um documento tudo o que havia sobre o direito de pessoas com deficiência. A convenção é a nossa bíblia, nosso norte a seguir”, explicou. Apesar disso, Ana Cláudia ressalta que apesar de a norma ser completa, a falta de regulamentação de alguns artigos acaba inviabilizando a aplicação da lei. “Educação é um dos temas complicados. Você sabe que as pessoas não podem negar matrícula, podem e devem estudar em escola regular e que as escolas têm de fornecer os meios necessários para que essas crianças possam estudar, mas não há uma lei que diga que o não cumprimento é crime. Não há uma lei que regulamente como isso vai se dar. Aí vem o discurso de que a escola não está preparada”, argumenta. ![]() Ela destaca que na legislação em debate há um projeto (PLS 112/2006) do senador José Sarney (PMDB-AP), desarquivado pela Casa, que considera polêmico. O texto pretende alterar as regras sobre a reserva de vagas no mercado de trabalho para pessoas com deficiência, previstas no Artigo 93 da Lei 8.213/91. A proposta diz que deve ser observada, entre outros aspectos, a ideia de compatibilidade da deficiência em relação à educação e às funções a serem exercidas. O desarquivamento da proposta foi alvo, nesta semana, de uma nota de repúdio divulgada pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. O documento diz que o projeto é um retrocesso político e está em desacordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Na opinião da advogada do Movimento Down, o Brasil tem o que comemorar no avanço das leis de proteção às pessoas com a síndrome, especialmente no que diz respeito à educação. “Pouco se sabe sobre o universo das pessoas com deficiência". Para Ana Cláudia Corrêa, o Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado nesta quinta-feira (21), é importante para que as pessoas possam parar, conhecer e reconhecer as pessoas que têm a alteração genética com seus direitos, ou seja, o de ter uma vida normal. |
Fonte: Agência Brasil
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Embora muitos benefícios da Acupuntura ainda não tenham seus mecanismos explicados, a sua eficácia é inquestionável...
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Prezado leitor, esta matéria, ao contrário do que sugere o título, tem como intento contribuir para a desmistificação da Acupuntura.O Mundo Ocidental é freqüentemente surpreendido por comprovações científicas acerca dos dogmas da Medicina Tradicional Chinesa postulados há mais de 50 séculos. Como sabemos “a maçã já caía da árvore mesmo antes de postulada a Lei da Gravidade” ... Isto quer dizer que, embora muitos benefícios da Acupuntura ainda não tenham seus mecanismos explicados a sua eficácia é inquestionável.... O fato é que a “filosofia da Acupuntura” considera o homem como um todo. Isto é, confronta a queixa do paciente com o funcionamento de todos os seus órgãos, emoções, psiquismo e relaciona-os ao ambiente em que o mesmo vive. A terapêutica Ocidental, ao contrário, divide o homem em partes sendo esta uma das principais diferenças entre a Medicina dita “ocidental” e a Medicina Tradicional Chinesa. Assim sendo, um Acupunturista ao avaliar um paciente com Rinite por exemplo, busca uma relação desta com outros fatores internos (emoções, psiquismo, funções orgânicas e suas interações) e externos (vida de relação e fatores climáticos). Ou seja, o Acupunturista investiga se esta Rinite é devida a uma “desarmonia” no pulmão (o que é diferente de doença no pulmão) ou do fígado (idem). A Acupuntura trata o problema nas suas origens viscerais, psico-emocionais e ambientais de maneira associada. As “desarmonias causadoras mais profundas” (viscerais, psico-emocionais) na maioria das vezes passam despercebidas sendo que o que se manifesta, neste caso a Rinite, significa apenas uma “Ponta do Iceberg”. Se esta situação não for tratada em sua origem, esta manifestação retornará assim que houver um “ambiente favorável” para o seu desenvolvimento (frio,umidade,stress,etc) sendo taxada de Rinite Crônica e sem expectativa de melhora duradoura.... Só para ilustrar, uma Sinusite, um Herpes, uma Enxaqueca, uma Insônia, Dores nas Costas, Tendinites, etc , sob a ótica da Medicina Tradicional Chinesa – que nada tem a ver com a medicina ocidental - podem ter vários diagnósticos diferenciados e relacionados a outras desarmonias podendo ser tratadas de modo específico para cada caso . ....a Acupuntura faz várias diferenciações para um quadro que aqui no Ocidente, não raro, é tratado como condição única, sem especificidade e por isso com resultados, em algumas moléstias, pouco satisfatórios..... Portanto, as freqüentes “Mágicas da Acupuntura” estão na possibilidade de diagnosticar e tratar diferenciada e precocemente c/ especificidade a raiz do problema e não apenas a sua manifestação aparente. Dr. Otávio Augusto A. Duarte Professor do Curso de Pós-Graduação em Acupuntura da ULBRA - Torres; Diretor-Técnico da Clínica Litoral Norte em Torres.
Fonte:http://fisioterapia.com/noticias/imprimir/990?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=22%2F03%2F2013+-+FISIOWEEK+-+ED+36+-+mar%2F2013
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